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domingo, 20 de maio de 2012

Aula de Ballet



Uma aula de Ballet convencional deverá durar cerca de 90 minutos, onde teremos uma divisão de 45 minutos para o Trabalho de Barra e os outros 45 para o Trabalho de Centro. O trabalho de Centro será dividido em duas etapas.

Trabalho na Barra



Todas as aulas de Ballet Clássico começam na barra. Os exercícios realizados na barra são  destinadas a preparar bailarinos para mais tarde realizar os exercícios sem nenhum suporte no centro. Bailarinos devem segurar uma barra com a mão (trocando de lado após cada combinação) e completar cerca de 10 combinações totais  antes de passar para o trabalho do  centro.
Os exercícios de trabalho na barre são realizadas em uma ordem específica, muitas vezes semelhante à seguinte: pliés, tendus lento e tendus rápido, degages rapidas, ronds de jambe a terre com port de bras, frappes com relevés e fondus, ronds de jambe en l'air, adagio, grande battements, e um estiramento das pernas e do tronco barra. 
Trabalho de Centro


Uma vez que o trabalho da barra foi completado podemos iniciar o trabalho do centro . Os exercícios executados no centro vão variar muito, dependendo do professor nível dos alunos. Os exercícios executados durante uma aula de ballet intermediária vai seguir uma ordem semelhante à seguinte: adagio, tendus, com fondus ronds de jambe a terre, piruetas no centro , trabalhos em diagonal (por exemplo: valsas e piruetas , piques, chaines, soutenus). Esta parte da aula poderá se exetender até 30 minutos para ser concluída.



Centro de Trabalho Parte Final



A Parte final de uma aula de Ballet consiste  nos saltos. Saltando a bailarina começará com uma série de pequenos saltos para aquecer os pés, tornozelos, joelhos e músculos ativados durante um salto. Uma vez que estes são concluídos, os bailarinos irão realizar um ou dois Allegros Petit (Movimentos pequenos e rápidos), e de salto médio (um salto pouco maior),  e finalmente a classe termina normalmente com um Grande Allegro (Salto maior e mais lento ainda).



Se o ritmo e habilidade permite, os bailarinos  podem ser convidados a executar de uma série de fouettes . Esta parate da aula deverá durara cerca de 15 a 20 minutos em uma aula de Ballet típica.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Tutus







Um tutu (pronuncia-se "titi" ou too-too) é uma parte do vestuário do balé, são roupas usadas pelas bailarinas. Quando apareceu, em 1820 não foi referenciado como um tutu. Esse nome foi dado a partir de 1881.

História
Em 1832 Marie Taglioni imortalizou esse tipo de roupa: tratava-se de um corpete apertado e uma saia de várias camadas, que se alonga quase até o tornozelo, também chamado Tutu Romântico, e quando é curto chama-se Tutu Italiano.

Desde a primeira apresentação da peça "As Sílfides" esta vestimenta passou a ser a norma de excelência dos bailarinos.

Mais tarde, o Tutu Romântico, branco e longo, marcado por bailarinos em "Giselle", "Las Bayaderas", passou a ser utilizado como padrão.

O Tutu Romântico, ou Italiano, é uma sobreposição de saias curtas e rígidas, em forma de pétalas ao redor do quadril do bailarino e deixando expostas as pernas, geralmente é um conjunto de saiotes brancos, embora haja uma variedade colorida e brilhante.

Tutu
Os tutus utilizados a partir do século XIX são em sua maioria brancos. Eles são leves, e por vezes transparentes,
O tutu pode ser feito:
  • Renda
  • Nylon

terça-feira, 15 de maio de 2012

Inclusão: UM PEIXINHO ESPECIAL (Márcio Pereira Morato)



Márcio Pereira Morato


Nas águas do Oceano Atlântico, próximo a uma pequena ilha deserta, um pequeno e superficial

recife chamado CAPACIDADE abrigava um cardume de peixes vistosos e muito coloridos. Peixes não

muito grandes e nem muito pequenos, das mais diversas cores que se possa imaginar.

Todos os CAPAZES – denominação dada aos que nasciam em CAPACIDADE – adoravam

exibir e comparar suas cores. A principal lei que regia CAPACIDADE era a Lei da Exibição e do

Voyeurismo. Por isso adoravam o dia e a alegria de sua luz difusora da exibição e, de forma contrária,

abominavam a noite e sua triste escuridão!

A luz do dia deixava o ambiente bem claro. As escamas dos CAPAZES brilhavam

exuberantemente com a luz solar e CAPACIDADE era “pintada” de uma maravilhosa vivacidade de

combinações de cores. A cada movimentação dos CAPAZES, um novo quadro de CAPACIDADE se

delineava.

Lá vivia POTENCIAL, um pequeno peixinho bem diferente dos demais. Ele nunca falava de

suas cores, não as comparava com os demais e nem se preocupava em ficar se exibindo. Na verdade,

não compreendia muito bem a tal Lei da Exibição e do Voyeurismo. Todos diziam que ele não parecia

ser CAPAZ, já que não gostava de se exibir. Ele gostava mesmo era de nadar. Nadar bem rápido! Mas

era muito atrapalhado e vivia se trombando nos recifes e nos outros peixes. Machucava-se muito e

quase sempre se perdia. Parecia não saber lidar com o território em que morava, com os limites de

CAPACIDADE. Todos zombavam quando POTENCIAL trombava ou se perdia e ele ficava muito

triste com isso.

Sua mãe, Sra. POSSIBILIDADE, grande líder em CAPACIDADE, preocupava-se muito com o

comportamento diferenciado do filho. Vivia vigiando-o e o protegendo. Não deixava que POTENCIAL

corresse nenhum risco e muito menos que ultrapassasse os limites de CAPACIDADE. A superação

desses limites era o maior sonho de POTENCIAL. Isso porque ele queria que os outros CAPAZES o

admirassem e não que zombassem dele! Mas ele tinha muito medo de sair de CAPACIDADE. Aliás,

essa era a outra lei do colorido recife: a Lei da Limitação – Nenhum CAPAZ poderia ultrapassar os

limites territoriais de sua querida CAPACIDADE e aquele que o fizesse, sofreria sérios danos se

voltasse.

1
Texto criado a partir de reflexões feitas pelo autor, depois de anos de contato com pessoas especiais. É um texto dedicado

a essas pessoas, mais precisamente a todos usuários do Centro de Integração do Deficiente de Paulínia (CINDEP).

2
Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Atividade Motora Adaptada – Deficiência Visual (GEPEAMA-DV). Grupo

com sede na Faculdade de Educação Física (FEF) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Essa lei foi criada para a segurança de toda a população. A brilhante coloração de

CAPACIDADE atraía muitos predadores. Fora de seus limites, seus moradores não tinham como se

esconder e eram vítimas fáceis de predadores enormes em tamanho, peso e no número de dentes na

boca. Já dentro dos limites de seu lar não! Os recifes davam a segurança necessária à população que se

escondia em suas tocas durante os ataques até que o grande herói do cardume, ESTÍMULO, despistasse

os predadores. Alguns moradores, tão preocupados com a Lei da Exibição e do Voyeurismo, não se

entocavam e eram pegos pelos predadores.

ESTÍMULO era um exímio nadador. Nadava tão rápido quanto qualquer corrente marítima! Ele

chamava a atenção dos predadores e saía em disparada para além dos limites de CAPACIDADE.

Jamais um predador conseguiu alcançá-lo e, por inúmeras e incontáveis vezes, ele salvou seu povo. Ele

era o grande ídolo de POTENCIAL.

A Sra. POSSIBILIDADE alegava que os ataques de predadores eram seu maior medo em

relação a seu filho. Ela dizia temer que ele se perdesse em alguns desses ataques de predadores e, por

isso, vivia de olho nele. Mas todos também sabiam que ela ficava muito chateada com a zombaria

direcionada a seu filho. Assim, cada vez mais, ela ia cerceando POTENCIAL e o proibindo de fazer

muitas coisas, até mesmo de sair de sua toca.

POTENCIAL ficava cada vez mais triste. Ele não sabia o que era pior: sair e enfrentar a

zombaria de suas trombadas e falta de orientação ou ficar e não poder fazer o que mais gostava: nadar.

Em sua toca ele sonhava com o dia em que poderia conhecer ESTÍMULO. Mas ele sabia que isso

dificilmente se concretizaria, já que ESTÍMULO era muito ocupado para conhecê-lo.

Limitado por POSSIBILIDADE e infeliz com sua diferença, POTENCIAL cada vez mais se

fechava em sua toca e seu sonho parecia cada vez mais distante. Até que um dia, após ouvir mais uma

das muitas lendas contadas e recontadas sobre ESTÍMULO, POTENCIAL teve uma grande idéia. Toda

as noites, quando os CAPAZES se recolhessem à sua toca, ele sairia de mansinho da sua. Na infinita

escuridão noturna, ele treinaria seu nado até que não trombasse e nem se perdesse mais, para que todos

os outros o reconhecessem como CAPAZ assim como eles, já que ele também vivia em

CAPACIDADE e tinha tanto direito a isso tanto quanto aqueles que zombavam dele.

Tudo começou bem devagar. Nadava, a princípio, bem pertinho de sua toca. O medo do

desconhecido o restringia de ir mais longe. Mas a cada noite que passava, POTENCIAL ia cada vez

mais longe. Sem que ele percebesse, ESTÍMULO observava tudo e só depois de muito observar

percebeu algo que diferenciava POTENCIAL dos outros moradores. Ele não enxergava! Não podia

ver! Por isso trombava e se perdia e, por isso também, ele não compreendia a Lei da Exibição e do

Voyeurismo. Tudo ficou elucidado naquele instante para ESTÍMULO. E a força de vontade

apresentada por POTENCIAL lhe fez pensar em uma forma de ajudá-lo: sua terra natal. Ela poderia

desenvolver POTENCIAL. Foi assim que começou uma grande amizade entre os dois...

POTENCIAL não conseguia acreditar no que acontecia. Seu nado era, todas as noites,

aprimorado por ESTÍMULO. Seu ídolo agora era seu mestre e sem que ninguém soubesse ou

atrapalhasse. A cada dia, ou melhor, a cada noite, eles superavam os limites anteriores. Quando os

limites de CAPACIDADE foram superados, ESTÍMULO acreditou que era hora de levar POTENCIAL

a NOVAS DESCOBERTAS, terra natal de ESTÍMULO. Lugar profundo, mas tão profundo que nem a

luz do dia ousava visitar, quanto mais aqueles gigantescos predadores.

Na tranqüilidade de NOVAS DESCOBERTAS, POTENCIAL ia desenvolvendo cada vez mais

o seu nado e todos em CAPACIDADE percebiam seu desenvolvimento. A terra natal de ESTÍMULO

era formada de vários labirintos rochosos e, a cada visita, novas percepções afloravam em

POTENCIAL. Pressão, temperatura, sinais sonoros e táteis eram os sinais que ele usava para desviar

dos obstáculos. Suas escamas pareciam pequenos sonares. A cada visita a NOVAS DESCOBERTAS,

POTENCIAL tinha a impressão de que era sempre um lugar diferente, tamanha a quantidade de novas

informações em relação aos limites de CAPACIDADE. Seu nado estava impressionantemente rápido e

ele rasgava aqueles labirintos rochosos sem trombar em nada e sem se perder sequer uma vez.

Numa de suas voltas à CAPACIDADE, ESTÍMULO e POTENCIAL se depararam com um

predador monstrengo e assustador. ESTÍMULO começou a despistar o predador e pediu que

POTENCIAL voltasse a sua toca. Mas o predador era muito rápido e causou um pequeno ferimento em

ESTÍMULO. POTENCIAL nadou em disparada para sua toca mas, preocupado com ESTÍMULO, não

conseguiu dormir. Por três dias e três noites, nenhum sinal de ESTÍMULO e ninguém se exibiu em

CAPACIDADE. O predador rondou a localidade nesse período. Os CAPAZES só saíram de suas tocas,

com fome e necessidade de se exibir, depois que o predador foi embora. Pedaços das nadadeiras e

barbatanas de ESTÍMULO foram encontradas e levaram os moradores a pensar no pior.

POTENCIAL ficou chocado. Seu mestre estava desaparecido. Ele não tinha confiança em nadar

sozinho e se entocou por algum tempo. Eles ficaram tão amigos, criaram uma relação de confiança tão

grande, que parecia não existir POTENCIAL sem ESTÍMULO.

Sua mãe, preocupada, disse-lhe que sabia de todo o seu aprendizado, pois um dia o seguiu em

uma de suas saídas noturnas e viu que ele ia encontrar ESTÍMULO, fato que a despreocupou. Ela

confiava muito em ESTÍMULO e estava disposta a enfrentar todos os seus medos para levar

POTENCIAL mais uma vez a NOVAS DESCOBERTAS. Ele se animou, pois ainda acreditava que

ESTÍMULO estava vivo e se recuperando em sua terra natal.

Caravana pronta e eles saíram. Como toda mãe e seu instinto materno, POSSIBILIDADE ia à

frente de POTENCIAL, mesmo morrendo de medo de superar os limites de CAPACIDADE e

transgredir a Lei da Limitação. Mas POTENCIAL, confiante, superou POSSIBILIDADE e a levou a

NOVAS DESCOBERTAS. Ela ficou impressionada com o desenvolvimento do filho e as diferentes

percepções experimentadas em NOVAS DESCOBERTAS. Era muito escuro por lá e ela não podia

usar o sentido ao qual estava mais acostumada. Era a maior exibicionista e voyeurista da terra de

pinturas coloridas. Era muito difícil para ela, não usar o sentido que desenvolvera tão bem nos anos de

sua vida no cumprimento da principal lei de sua terra, a Lei da Exibição e do Voyeurismo. Mas todas

aquelas informações oriundas de NOVAS DESCOBERTAS contribuíram para ótimas reflexões sobre a

diferença de seu filho, as incontestáveis qualidades de ESTÍMULO e as contestáveis leis que regiam

CAPACIDADE. Essa reflexão e a posição de líder que ela exercia em CAPACIDADE permitiram que

realizasse algumas alterações.

POSSIBILIDADE percebeu que seu povo estava tão preso à Lei da Exibição e do Voyeurismo e

à Lei da Limitação, que estagnou no desenvolvimento. Por mais contraditório que poderia parecer, foi

seu filho, que não enxergava, quem lhe abriu os olhos. Era por isso que ESTÍMULO era tão especial e

destemido ao superar os limites de CAPACIDADE. Ele nunca negou o estímulo visual, mas não se

prendia tanto a ele como os CAPAZES. Utilizava-se também de outros caminhos. Ele vivia a vida de

outra forma, com diferentes valores, com outra norma de referência, com diferentes percepções.

ESTÍMULO nunca mais foi visto, mas nunca deixou de ser lembrado. As duas leis existentes

foram abolidas e deram lugar à LEI DO ESTÍMULO, em alusão e homenagem ao grande e lendário

herói.

A LEI DO ESTÍMULO pregava a superação dos limites de CAPACIDADE. Todos os

moradores eram estimulados a partir em busca de NOVAS DESCOBERTAS, onde encontrariam

diferentes percepções que seriam usadas para o desenvolvimento de CAPACIDADE.

Uma simples mudança de percepção, alavancada por POSSIBILIDADE, ESTÍMULO e

POTENCIAL, causou grande mudança de atitude em CAPACIDADE. Depois dessa mudança, todos os

CAPAZEZ ficaram confiantes em superar os limites de CAPACIDADE e a despistar qualquer tipo de

predador. Essa foi a maior herança deixada por ESTÍMULO aos CAPAZEZ: fazer com que eles

superassem os limites de CAPACIDADE, ganhando autonomia e liberdade para se proteger, se

movimentar e existir!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Projeto Festa Junina






JUSTIFICATIVA:


Na festa Junina há uma afirmação de identidade cultural, pois, relembram o passado, porque quando se recria o cenário dos arraiais e apresentam-se danças das regiões há um resgate cultural e fortalece a identidade de um povo. Esse resgate deixa de ser apenas oral, como muitas vezes são passadas as culturas de um povo e passa ser concreto.

As festas juninas proporcionam um ensino aprendizado-dinâmico dinâmico em torno de manifestações culturais, gastronomia, significação e origem de elementos históricos. Elas também promovem o relacionamento interpessoal e confraternização que nenhuma outra data consegue realizar.

Além de ser a festa mais reproduzida e recriada nas escolas é também um bom momento para desenvolver um projeto de aprendizagem, porque é um trabalho sócio-cultural. Dessa forma, a escola pode e deve tomar partido dessa data para elaborar com as crianças atividades que lhes tragam o conhecimento assim como atitudes e valores.

É uma experiência que contribui para uma prática pedagógica diferenciada, além de motivar o aluno a participar, bem como possibilita trabalhar interdisciplinarmente de forma significativa. Porque escola é um espaço de formação ampla do educando, onde aprofunda o seu processo de humanização, aprimorando as dimensões e habilidades.

Dessa forma, o acesso às experiências culturais diversas e a novas linguagens, contribui para o desenvolvimento do aluno como sujeito sociocultural, crítico e criativo.


Sem falar que este projeto didático ainda destacará para os alunos o conceito de Festa Junina e sua origem, os santos comemorados em junho, em todo o Brasil, desde o período colonial: Santo Antônio, São João e São Pedro. Destacar ainda que no nordeste brasileiro principalmente, estes santos são reverenciados e pode-se dizer que a importância destas festas, para as populações nortista e nordestina, ultrapassa a do Natal, principal festa cristã, e que elas são, historicamente, o evento festivo mais importante destas regiões, tanto cultural como politicamente. Explicar para os mesmos que as festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro e, que durante este período, o país fica praticamente tomado por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas. Explicar para os alunos que é interessante notar que não apenas o dia, propriamente dito, mas todo o mês, é considerado como tempo consagrado a estes santos na região e, principalmente, as vésperas , que é quando se realizam os sortilégios e simpatias, a parte mágica da festa típica do catolicismo popular. Inúmeras adivinhações a respeito dos amores e do futuro (com quem se vai casar, se se é amado ou amada, quantos filhos se vai ter, se vai morrer jovem ou ganhar dinheiro etc.) são feitas nas vésperas do dia dos santos, em geral de madrugada.

OBJETIVOS:

Levar os alunos à:Conhecer as características das festas juninas em diferentes regiões do país;Valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho e ao homem do campo;- desenvolver o interesse e gosto pela tradição;- Planejar a realização de uma Festa Junina;- resgatar a memória das Festas Juninas;- Enriquecer o conhecimento dos alunos quanto à história das Festas Juninas;- Distinguir a diferença dos costumes das Festas Juninas no Brasil e no mundo;- Sociabilizar os alunos;- Desenvolver o ritmo, compasso e criatividade;- Conhecer a história dos santos padroeiros: Santo Antonio, São João e São Pedro.


CONTEÚDOS:



- A vida do homem do campo (onde vive, como se veste, importância do seu trabalho na lavoura, como nos ajuda, como se diverte, aspectos da vida rural.)- As festas juninas: características, roupas típicas, danças, alimentos.

DESENVOLVIMENTO:



Montagem de painés juninos para enfeitar a escola.Leitura de textos informativos.Leitura de poesias e/ou músicas juninas.Montagem de um jornal com dicas juninas.Leituras de textos criativos.Caça-palavras.Cruzadinhas.Montagem de cartazes e convites.Confecção de um caderno de receitas de comidas típicas da época.Confecção de enfeites juninos.Atividades de matemática com problematização.Montagem de painel com crendices e superstições.Conscientização do perigo de soltar balões.

RECURSOS DIDÁTICOS:



Cartazes;Papel manilha;Sulfite;Cola;Tinta guache;Lápis de cor;EVA,TNT;Tesoura;Pincel;Crepom;CDs;Aparelho de som;Televisão;Fantasias;

METODOLOGIA:



As atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e inndividual com a interação professor e aluno durante as atividades propostas.

FINALIZAÇÃO:



O projeto será finalizado com a realização da festa Junina com músicas sertanejas, quadrilhas, comidas típicas.



AVALIAÇÃO:



A avaliação será através de registro em relação a aprendizagem individual e coletiva dos alunos frente as atividades propostas durante o desenvolvimento do projeto.

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Feliz Dia das Mães